Bosch: Comprador das actividades de segurança será anunciado até ao final do ano

Bosch: Comprador das actividades de segurança será anunciado até ao final do ano

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Bosch: Comprador das actividades de segurança será anunciado até ao final do ano

Devido à pandemia, a unidade da Bosch em Ovar foi afetada pelo cerco sanitário, tendo visto a sua produção reduzida para cerca de 50% em março. O Sensitive Industry é um projeto que envolverá a Bosch em parceria com a Universidade do Porto e o INL (International Iberian Nanotechnology Laboratory), e representa um investimento de cerca de 17 milhões de euros. Para além de outros projetos dedicados à I&D, o recém-criado Sensitive Industry é um projeto estratégico para esta unidade, na medida em que permitirá encontrar soluções ajustadas às exigências da Indústria 4.0. Estas novas áreas, que representam um investimento de cerca 2,1 milhão de euros, permitirá maior e melhor capacidade para o desenvolvimento de atividades de I&D, produção e de suporte à produção. Em 2016, a unidade de Ovar foi a primeira localização da Bosch fora da área automóvel a ser distinguida com o título de finalista dos EFQM European Excellence Awards e, em 2017, viu a sua área de produção ser expandida. Com esta aposta, a empresa passa de 19.900m2 para ocupar 20.700m2 e para 720 colaboradores.

Em termos de negócio, Ribas refere que o “impacto será o que a fábrica tem da faturação em Portugal”. “A Bosch quer estar no top 3 dos negócios em que está presente. Os 1.200 postos de trabalho da Bosch na fábrica de Ovar não serão afetados pela venda da unidade pela multinacional alemã. Peter Loeffler, CEO do negócio de produtos da Bosch Building Technologies, sublinha que com "a Triton como nosso novo proprietário, e com a sua experiência e apoio, teremos uma base sólida para um crescimento ainda mais lucrativo". “Portugal não é apenas um país de manufatura, que é muito importante, mas é cada vez mais um país de conhecimento, desenvolvimento, inovação e serviços “, enfatizou. Na conferência de imprensa desta quarta-feira, Carlos Ribas afirmou que o impacto da alienação da unidade de Ovar “será a perda da faturação daquela fábrica” e salientou que Portugal assume uma “posição estratégica” para o grupo Bosch.

A equipa deverá chegar aos 16 colaboradores em 2021, sendo uma parte deles vocacionada para o desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis. A empresa ganhou recentemente um novo projeto de desenvolvimento de software para a casa inteligente. "Alcançámos esse objetivo. A Triton apresentou uma estratégia de crescimento sustentável e credível para o negócio. Além disso, como investidor, pode oferecer um elevado nível de conhecimento industrial e muitos anos de experiência a desenvolver empresas comparáveis”, acrescenta. “Após a transação, a Bosch Building Technologies contará com cerca de 8.000 colaboradores em 8 países”, diz apenas comunicado. “A Bosch quer estar no top 3 dos negócios onde está. As ideias dos próximos produtos surgem das dificuldades que sentimos durante o desenvolvimento dos produtos actuais.

Homem esfaqueado em Lisboa. Ajuste de contas por causa de droga estará na origem do crime

A Bosch explica que, "em conjunto com Eibelshausen na Alemanha e Tranås na Suécia, Aveiro é um elemento importante da rede europeia de desenvolvimento e produção de bombas de calor", pelo que "investirá um total de mais de mil milhões de euros na expansão desta rede até o final da década". No espaço de uma semana, o grupo alemão anuncia duas decisões estruturantes que afetam a sua operação em Portugal, onde está presente desde 1911, com fábricas em Braga, Ovar e Aveiro, a que acresce um centro de serviços em Lisboa, empregando mais de 6.600 pessoas no nosso país, tendo a subsidiária lusa fechado o último ano com uma faturação superior a dois mil milhões de euros. No final de 2021, o volume de negócios da Bosch de Braga foi de 1035 milhões de euros, de acordo com o gestor. A Bosch informa que está agora “à procura de um comprador que assuma todas estas unidades de negócio com todos os colaboradores e localizações. Em Ovar, a criação de uma equipa para o projeto eBikes traduz-se num investimento de 6,5 milhões de euros e no recrutamento de cerca de 300 pessoas para as operações, 30 novos colaboradores para as áreas técnica e de engenharia, e mais de 20 perfis especializados para I&D, detalha a empresa. No desenvolvimento de sistemas de videovigilância, temos uma panóplia de tecnologias envolvidas (p.e., circuitos eletrónicos, peças mecânicas, sensores de imagem, algoritmo de software e firmware, sistemas de comunicação sem fios, internet das coisas, etc.), que tornam as tarefas diárias extremamente diversificadas, desafiantes e enriquecedoras.

Bosch Ovar

“A Bosch está muito focada no desenvolvimento de uma mobilidade mais sustentável, e a eBike é um dos produtos com maior sucesso nesse âmbito. A Bosch espera ter oito linhas de produção dedicadas às bicicletas elétricas até 2026, esperando um faturação de 30 milhões já em 2023. A expectativa do grupo alemão é atingir uma faturação de 40 milhões de euros já no próximo ano, devendo duplicar nos seguintes. Assine nosso boletim informativo premium e obtenha oportunidades exclusivas de arbitragem e análises profundas de mercado. O projeto fotovoltaico faz parte de uma estratégia de sustentabilidade de longo prazo em Ovar, alinhada com a estratégia e cultura de sustentabilidade da nossa empresa.

“Acreditamos que vai ser a energia de futuro”, conclui. Segundo Carlos Ribas, a parte da competência e do desenvolvimento do produto está centralizada em Aveiro, mesmo que nem tudo seja fabricado nesse local. É o centro de competência a nível global para desenvolver soluções de água quente, como esquentadores elétricos e a gás, e também bombas de calor. É o que está a acontecer, por exemplo, com alguns serviços partilhados no centro de Lisboa, mas também em Aveiro, apontada como “uma fábrica extremamente importante” para o grupo. É o centro de competência a nível global para desenvolver soluções de água quente

Bosch de Braga “segura”, mas a de Ovar vai ser vendida (com 1.200 trabalhadores)

Através das suas localizações em Aveiro, Braga, Lisboa e Ovar, a empresa investe na produção, investigação e desenvolvimento de tecnologias inovadoras, exportando grande parte dos seus produtos para mercados internacionais. Apesar da decisão, o gestor português garante que a Bosch "continuará a investir em Portugal e a trazer para o país desenvolvimento e produção de tecnologias-chave para a empresa". Como parte da sua reorganização, a divisão Bosch Building Technologies irá concentrar-se no negócio de integração regional, com soluções e serviços para segurança de edifícios, eficiência energética e automação de edifícios, com a ambição de ser “fornecedor líder global em integração de sistemas”, que inclui a integração de produtos com sistemas de deteção de incêndios. A conclusão da transação está prevista para o final da primeira metade de 2025 e permite à divisão da Bosch Building Technologies concentrar-se no negócio de integração de sistemas e “beneficiar, no futuro, da digitalização e da crescente procura dos clientes por soluções integradas, inteligentes e interdisciplinares nas áreas de segurança de edifícios, eficiência energética e automação de edifícios”. Ao Expresso, fonte do grupo afirma não ter mais informações para além do comunicado oficial onde apenas é referido que “o comprador assumirá os 4.300 trabalhadores em mais de 90 localizações” e a operação abrange todo o negócio de produtos da Bosch Building Technologies, incluindo as unidades de negócios de Vídeo, Acesso e Intrusão e Comunicação. Entretanto, foi confirmada a venda da maior parte do negócio de tecnologia de segurança e comunicações daquela unidade, pelo que a partir de 2025 os resultados da unidade deixam de constar no volume de negócios local.

Bosch Security Systems de Ovar – Remodela��o de Edif�cios

Queremos apoiar a gestão e os trabalhadores para que continuem a trajetória de forte crescimento que este negócio tem registado recentemente, fornecendo não apenas capital, mas também o nosso know-how resultante da propriedade e desenvolvimento bem-sucedido de outras empresas na área da segurança”, afirma Claus von Hermann, Managing Partner e co-líder da equipa de tecnologia industrial na Triton, também citado no comunicado. Mudanças na titularidade e no nome daquela unidade vendida pela Bosch que se desfez do negócio de produtos da divisão Building Technologies para tecnologia de segurança e comunicações. A Bosch acaba de inaugurar em Ovar uma nova área com 3.200m2 (2.500m2 destinados à produção, 50 m2 de espaço de escritórios e 200m2 para I&D) dedicados à produção bosch-career.pt e investigação e desenvolvimento (I&D) de sistemas de comunicação, segurança, detecção de incêndio e painéis e soluções de SW, HW e testing para Power Tools. "A transação abrange três unidades de negócio – Vídeo, Controlo de Acesso e Intrusão, e Comunicação – ou seja, todo o negócio de produtos da Bosch Building Technologies que foi colocado à venda", refere a empresa em comunicado.

  • Fabricamos sistemas de comunicação ou áudio (public adress systems – sistemas de anúncio público), um sector muito importante para nós.
  • As ideias dos próximos produtos surgem das dificuldades que sentimos durante o desenvolvimento dos produtos actuais.
  • A unidade de Aveiro é um centro de excelência para o desenvolvimento e produção de soluções de aquecimento de água, incluindo esquentadores e bombas de calor.
  • “A criação desta nova área de negócio na Bosch em Ovar permite-nos alicerçar ainda mais a nossa diversificação de portfólio, incrementar as nossas competências e aprendizagens, e além disso desempenharmos um papel importante numa área que é estratégica para o negócio da Bosch a nível global” – António Pereira, administrador da Bosch Ovar.
  • Entre estes trabalhadores estão os cerca de 1.200 que fazem parte dos quadros da unidade de Ovar.

Translate IconBosch wants to sell Ovar plant, but invests another €100 million in Aveiro

Temos tecnologias de produção de quase tudo o que é microelectrónica. A empresa recebe os componentes electrónicos e aqui é feito o fabrico completo desses produtos, os quais saem embalados e, muitas vezes, prontos para serem entregues ao cliente. Em Ovar é feita toda a produção destes produtos, bem como toda a assemblagem, até ao produto final? São sistemas que têm relevância pela sua fiabilidade e segurança em comunicações deste género. Sérgio Salústio  – Esta unidade tem uma história semelhante às organizações Bosch em Portugal, tendo nascido há mais de 20 anos como uma fábrica, dedicada principalmente ao sector de videovigilância e fabrico de câmaras de vídeo. A unidade portuguesa exporta quase a totalidade da sua produção para todo o mundo.

Já na área de negócios de energia e tecnologia de edifícios, na qual estão inseridas as atividades das unidades de Aveiro e de Ovar, atravessam momentos diferentes no âmbito da estratégia global da Bosch, com a aveirense a ganhar relevância e a ovarense em processo de venda. A empresa planeia vender a maior parte do negócio de produtos da divisão Building Technologies, incluindo as unidades de negócios de Vídeo, Acesso e Intrusão e Comunicação. Quanto à venda de parte do negócio que passa por Ovar, no mesmo comunicado, Christian Fischer, vice-presidente do conselho de administração da Bosch e responsável dos negócios de Energy e Building Technologies e Cosumer Goods, acredita que a empresa vai "encontrar um comprador para todas as três unidades de negócios, o que fortalecerá ainda mais o negócio e garantir-lhe um futuro seguro".

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